Dirigente explica saída de Jorginho e quer treinador que 'entenda

14/08/2018

A demissão de Jorginho, oficializada na noite de segunda-feira, não foi bem uma surpresa para os vascaínos. Pressionado pelos resultados ruins, o treinador deixou o Vasco com dois meses no comando. O dirigente Alexandre Faria, que também chegou ao clube em junho, explicou os motivos da saída do técnico e o que pretende daqui para frente.

- A gente percebeu que não estava enxergando uma evolução objetiva, não só em rendimento como em resultados… Mas os resultados recentes pesaram. São duas eliminações, na Sul-Americana e na Copa do Brasil, e são 10 jogos com um aproveitamento de 43%, que não condiz com a grandeza do Vasco - afirma Alexandre Faria ao canal 'Sportv'.

Enquanto não fecha com um novo comandante, o auxiliar Valdir Bigode fará a função de interino por tempo indeterminado. A diretoria procura alguém que 'entenda a grandeza do Vasco' e não terá pressa para tomara decisão.

- O Vasco tem uma comissão técnica permanente que permite a estabilidade de tomar essa decisão com muita calma. A decisão do nome vai ser feita passo a passo, como estamos acostumados a fazer as coisas. Não gosto de rotular como é comum medalhão emergente inexperiente jovem. Tem que ser um treinador que entenda a grandeza do Vasco e possa trabalhar com esse elenco. Vamos dar todo o respaldo ao Valdir para tocar esse trabalho por todo o tempo que for necessário."

Outras respostas
Na sua avaliação, o clube errou em contratar Jorginho?
- Dizer se a escolha (de Jorginho como técnico) foi ou não equivocada seria deselegante da minha parte.
Como lidar com a pressão sem um treinador e perto do Z4?

- Na situação que estamos, todos os jogos são decisivos, mas o Vasco tem dois jogos a menos. Faltam 22 partidas. Não podemos tomar a decisão pensando no jogo de segunda (contra o Ceará).
A demissão teve o aval dos jogadores do elenco?

- Temos um relacionamento ótimo com os atletas, mas tem momentos que a decisão tem que ser tomada pela diretoria. Não houve esse contato com o elenco.

O hambúrguer do futuro chegou. Mas será que você vai querer?

14/08/2018

Apesar do velho caso de amor com a carne vermelha, cada vez mais americanos estão optando por imitações à base de vegetais em restaurantes e supermercados. Não aquele hambúrguer vegetariano que parece um disco de hóquei esquecido no fundo do seu freezer, mas alternativas à base de vegetais criadas para imitar o sabor da carne de verdade.

Mas fazer vegetais parecerem carne sempre foi difícil. Para criar algo que satisfaça os carnívoros, o Vale do Silício decidiu que é preciso utilizar componentes da carne de verdade – e isso significa ir ao laboratório. A dúvida é se os consumidores vão querer devorar, sem pestanejar, um hambúrguer feito de células cultivadas em um biorreator.

Como ocorre com quase tudo o que os americanos compram, o gerenciamento de marca de uma carne tão artificial será fundamental. Essa é a conclusão de um estudo divulgado na semana passada pela Faunalytics, um grupo de defesa dos animais, e pelo Good Food Institute (GFI), um grupo sem fins lucrativos da indústria de alternativas aos produtos de origem animal. É improvável que um hambúrguer “feito em laboratório”, “in vitro” ou “com carne artificial” faça um sucesso estrondoso. Mas chamá-lo de “clean meat” (“carne limpa”), termo usado por esse setor incipiente, pode atrair novos clientes.

Dois terços dos participantes da pesquisa da Faunalytics disseram que provariam carne produzida a partir do cultivo de células quando descrita como “carne limpa” e depois de ouvirem descrições positivas dos produtos. O termo, segundo a pesquisa, “reduz a sensação de nojo”. Mensagens negativas a respeito da carne convencional também ajudaram na aceitação pelo consumidor.

Pesquisas de outras empresas não associadas à defesa dos animais, no entanto, têm sido menos favoráveis. Segundo dados da empresa de marketing agrícola e de alimentos Charleston¦Orwig, apenas 3 por cento dos consumidores não expressaram “nenhuma reserva” em relação à ingestão desses produtos, enquanto 57 por cento responderam “não, de jeito nenhum”. Em um terceiro estudo, da empresa de pesquisa de tendências alimentares Datassential, 68 por cento dos participantes disseram que “não estavam interessados” em carnes artificiais.

Concurso da PM do Paraná tem “masculinidade” como critério

13/08/2018

O concurso público para cadetes da Polícia Militar do Paraná abre inscrições nesta segunda-feira com uma polêmica: a exigência de “masculinidade” como um dos 72 critérios da avaliação psicológica.

No anexo 2 do edital, uma característica de avaliação do perfil para ocupar o cargo é descrita como a “capacidade de o indivíduo em não se impressionar com cenas violentas, suportar vulgaridades, não emocionar-se facilmente, tampouco demonstrar interesse em histórias românticas e de amor”.

Um dos mais concorridos do estado, com salário que pode chega a 9.500 reais, o concurso oferece 16 vagas, com duas reservas para afrodescendentes e abertas para todos os gêneros. No entanto, até 50% delas podem ser preenchidas por mulheres.

Segundo nota do Aliança Nacional LGBTI+ e do Grupo Dignidade, a exigência desconsidera a candidatura de mulheres ou pede que elas tenham características consideradas masculinas. “Fere a Declaração Universal de Direitos Humanos e a Constituição Federal Brasileira no que diz respeito à igualdade de todas as pessoas, além de estar na contramão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU) em relação ao alcance da igualdade entre os gêneros”, diz a nota.

A avaliação psicológica da PM é feita por psicólogos, civis e/ou militares inscritos no Conselho Regional de Psicologia (CRP). O órgão vai discutir seu posicionamento sobre o edital.

Para o portal G1, a coordenadora da Comissão de Avaliação Psicológica do CRP-PR, Mari Angela Calderari Oliveira, informou que alguns itens estão em desacordo com normas para a avaliação para concurso público. Ela destaca a questão discriminatória de gênero do item “masculinidade” e a dificuldade de análise objetiva dos candidatos.

A reportagem de EXAME tentou o contato com a Polícia Militar do Paraná, mas não obteve resposta. Ao G1, a corporação afirmou que a interpretação do critério foi equivocada. O objetivo era “avaliar a estabilidade emocional e a capacidade de enfrentamento, aspectos estes extremamente necessários para o dia a dia da atividade policial militar”.

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